quarta-feira, 9 de outubro de 2024

Na Praia

 

 

Normalmente o clima da praia, o contato com a natureza, a sensação do sol na pele acaba estimulando os desejos. Estávamos passando uns dias na praia e, meu marido fez contato com nosso amigo negro que eu já conhecia, dono de um dote de 23cm. Nosso primeiro contato também aconteceu na praia e foi uma delícia. Dessa vez, meu marido sugeriu algo diferente, ao ar livre, mas com segurança, sem muita exposição. Então, combinamos um encontro durante a semana onde a intenção seria ir os três numa praia que fica bem reservada, na verdade, é uma praia pouco freqüentada até mesmo pelo acesso, pois para se chegar até lá tem que seguir por uma trilha e nessa praia não existe qualquer tipo de comércio. Então, muita gente além de não conhecer, acaba nem indo por isso.

Marcamos numa manhã, tipo umas 9 horas e, fomos até a tal praia com nosso amigo João Pedro, que, sempre simpático e gentil, descarregava elogios, e claro que eu adorava isso. Quando nos encontramos, ele me deu um abraço muito gostoso e já pude sentir o quanto ele já se encontrava excitado. Chegando ao local, descemos a trilha para chegar à praia. Inclusive, acabei escorregando e caindo sentada, me sujando de lama, pois a noite tinha chovido. João Pedro, me segurando de forma bem carinhosa me ajudou e claro que já senti arrepios quando senti suas mãos segurarem meu corpo e a tentativa de limpar minha bunda que ficou melecada de lama. Não havia ninguém na prainha e o tempo estava muito gostoso, muito sol e de imediato fui até a beirada da água para me limpar enquanto meu marido e João Pedro ficaram na areia conversando. Quando voltei vi que João Pedro havia tirado o short que usava, ficando apenas com um calção de lycra branco, realçando um volume tentador.

Conversamos os três, sentados numa pedra, eu no meio dos dois e João Pedro colocou sua mão sobre minha coxa, iniciando uma caricia gostosa e fiz o mesmo, colocando minha mão sobre sua coxa e virando pra ele, fui beijada onde acabei por subir minha mão até sentir o volume enorme formado sob seu calção. Realmente uma sensação deliciosa estar ali junto a natureza sentindo esse prazer indescritível. João Pedro logo tocou em meus seios, sempre me beijando, e desceu sua mão até minha boceta, por cima do biquíni fazendo com que eu abrisse um pouco mais as pernas e ele puxou a calcinha do biquíni um pouco de lado e senti seu dedo invadir minha boceta já totalmente molhada e tomada pelo desejo. Meu marido ficou nos observando e também quem pudesse descer a trilha. Eu fiz o mesmo que João Pedro, abaixando um pouco seu calção deixando saltar aquela coisa enorme, preta, cheia de veias e grossa, segurando, o sentindo latejar enquanto já masturbava seu membro.

Realmente estávamos excitadíssimos e sugeri entrar na água, e meu marido, apenas olhando a cena, viu nosso amigo me abraçar, e por debaixo d’água, abaixou minha calcinha e com o pau pra fora, pude sentir, entre as coxas, ele roçar aquilo tudo em mim. Ficamos brincando ali por alguns minutos e saímos. O calção de nosso amigo já não conseguia guardar tudo e claro que eu não conseguia tirar os olhos, o tanto que me chamava à atenção e dava prazer.
Fomos para as pedras para maior segurança e num determinado ponto, João Pedro me segurou pela cintura, tirou meu biquíni, me chupou de forma tão gostosa que tive um delicioso orgasmo na sua boca. Ele totalmente nu, se encostou-se em uma pedra, comecei a chupar aquela tora enorme, masturbando, passando minha língua de baixo pra cima, chupando a cabeça daquele monstro delicioso, tentando por pelo menos a metade na boca, mas era impossível.

Perto de onde estávamos, havia uma pedra mais inclinada, João Pedro se deitou nela e eu não me contive, aceitando o convite, fiquei de costas pra ele, sentando no pauzão, sentindo entrar cada centímetro, me arrancando gemidos e pequenos orgasmos até sentir todo dentro de mim. João Pedro segurava meu corpo, forçando pra cima e pra baixo, acariciando meus seios onde acabei tendo um orgasmo mais forte, deixando o pau dele todo melado, escorrendo meu gozo. Sai de cima e colocando as mãos na pedra, fiquei de quatro, João Pedro foi penetrando, me chamando de vagabunda, de cachorra, dizendo que o que eu gostava era de uma rola grande e preta. Isso me excitou demais, ao mesmo tempo em que me penetrava, ele brincava com seu dedo polegar no meu cuzinho me deixando ainda mais tonta de prazer. Percebi sua intenção e fiquei meio receosa pelo que ele estava querendo e pelas proporções de seu pau.

Meu marido estava pouco distante, num local onde dava pra nos ver e também a trilha de acesso a praia. João Pedro então tirou seu pau e ficou brincando, pincelando na minha boceta e lambuzando meu cuzinho, até que senti posicionar e tentando forçar um pouco mais. Retrai meu corpo um pouco, mas na verdade eu estava com vontade. Pedi pra ele ir devagar, então, ele percebendo o sinal verde, passou a forçar um pouco mais e senti quando a cabeça entrou. A princípio, uma dor forte, e ele então parou, mas não tirou. Ficou acariciando minhas costas e mandou-me rebolar, tomar conta da situação. Fui rebolando e sentindo aquela tora escorregando pra dentro de mim. Senti uma mistura de dor e prazer, algo gostoso, indescritível estar dando prazer daquela forma, e foi entrando. Senti sua mão, por baixo, tocar minha boceta e a outra meus seios me deixando louca, não me contendo, forcei mais o meu corpo contra o dele e senti entrar tudo quando seu corpo se encostou ao meu. Gemi como jamais havia gemido, gritei pouco contida, com medo de ter alguém nas proximidades, mas a vontade era de gritar alto, pro meu marido ouvir também. Tive muitos orgasmos e quando João Pedro passou a entrar e sair, a dor aumentou, ardia um pouco, mas misturado com muito tesão, Ele batia na minha bunda dizendo que iria gozar. Pedi então para que gozasse e ali senti o maior prazer de minha vida. Gozei com ele inundando-me com seu gozo intenso, forçando ainda mais a penetração.

Recompomo-nos, saímos das pedras, indo de encontro ao meu marido, também excitado e fomos pra água. Lavamos-nos, relaxamos e depois fomos embora saciados do prazer. Já em casa, transei com meu marido, dei a ele o prazer que ele havia me proporcionado. Só não fiz anal com meu marido porque estava dolorido, mas o nosso prazer foi contemplado com um gozo delicioso de meu marido e nesse dia, mais uma vez, dei prazer a dois homens.

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