Meu nome é Carla, moro na zona rural da região de Londrina-PR. Sou solteira, 35 anos e descendente de japoneses. Desde a adolescência sempre adorei chupar um pau, sou fascinada pelo cheiro e gosto. Como moro em zona rural, não há muitas opções a não serem peões e caseiros dos sítios e fazendas vizinhas. Sempre que posso, procuro algum peão pra dar uma gostosa mamada. Acontece que, pelo próprio trabalho que exercem, seus paus estão sempre suados, com cheiro forte, inclusive de xixi. Por falta de opção, sempre chupei assim mesmo e com o tempo, passei a gostar e me especializar na limpeza de pau, e tentarei aqui descrever minha técnica.
Um dia desses, conversava com um amigo no WhatsApp e não sei por que, mas acabamos por falar muito sobre paus ensebados... e essa conversa havia me deixada muito excitada, com uma vontade louca de mamar um cacete, sou mesmo tarada por um pau sujo. Um dia pela manhã, por volta das 9h saí para o trabalho. Como sou engenheira agrônoma, tinha que coletar amostras de solo em sítios vizinhos. Eu dirigia para o primeiro sítio e aquela conversa sobre pau ensebado não me saia da cabeça, então decidi que iria procurar um...
Lembrei de um caseiro, um piauiense, uns 50 anos, alto, magrelo, que tem um pau enorme, por volta de uns 22cm... e não é nem um pouco chegado a banho... sempre que o encontro, sinto um cheiro forte. Vive sozinho, então deve se punhetar quase todo dia pela falta de uma mulher, aí deve ser daquele jeito, goza e guarda o pau, o pau amolece e toda porra que ficou no canal sai e fica debaixo da pele... vai juntando todo dia porra, mijo, suor... Chegando no sítio, chamei, ele me atendeu, entrei e falei para irmos ao estábulo do sitio.
Ao entrar no estábulo, não estava muito afim de papo, queria mesmo era mamar o pau sujo dele, fui direta e falei:
- Vim aqui só pra chupar o pau do Sr.
Abaixei, meti a mão e desafivelei o cinto, abri e desci a calça e cueca até o chão e logo senti o “mal” cheiro, que pra mim, é um ótimo cheiro. Ele ficou parado, sem reação, espantado pela surpresa.
Ajoelhei no chão na frente dele, segurei e encostei
o nariz, estava com um cheiro muito forte. Acredito que qualquer outra mulher
vomitaria só em sentir o cheiro. A mão chegava a grudar de tão ensebado. Com o
nariz encostado no pau dele, cheirando e passando o pau no meu rosto, puxei a
pele até a cabeça ficar toda pra fora. O
cheiro muito forte, talvez de porra velha, urina e suor debaixo da pele. Novamente,
esfreguei o nariz ali, pra ficar com aquele cheiro marcado em mim. Puxei a pele
de volta ate cobrir a cabeça e louca de tesão meti ele todo na boca. Com os
dedos na base do pau, fui puxando a pele para baixo até a cabeça ficar toda pra
fora dentro da minha boca. O gosto era uma mistura de azedo e salgado. Segurei
a pele bem esticada e sem tirar o pau da boca comecei a esfregar a língua com
força na cabeça e naquela parte interna da pele que recobre a cabeça. Como
disse, gosto de fazer uma limpeza completa, e o pau dele tinha muito o que
limpar. A essa altura aquele pauzão já estava duro feito pedra, ficou ainda mais
fácil esfregar a língua. Fiquei um tempão com metade do pau na boca esfregando
a ponta da língua debaixo da glande, só parava de vez em quando para engolir e
renovar a saliva da minha boca. Quando senti que estava limpo, tirei da boca e
fui lamber o resto.
Comecei a lamber a base do pau, entre o tórax e o pau, onde a gente encosta o nariz quando está chupando. Essa região também sempre fica com cheiro forte. Meti a língua e esfreguei bem, fui pelo pau todo até chegar na cabeça, novamente passei a língua debaixo da chapeleta para o serviço ficar completo. Depois de alguns minutos, cheirei, a região não fedia mais. Hora de descer para o saco, sacão pesado, ovos grandes. Lambia como ninguém, e claro que o cheiro era muito forte no saco, sobretudo por baixo, entre o saco e a costura.
Após fazer uma limpeza completa em toda região reprodutora daquele caseiro, era hora de fazê-lo gozar. Não poderia fazer esse serviço sem finalizar com uma gozada. Afinal, quantas vezes no mês ou talvez no ano, ele tem uma boca como a minha a disposição para limpeza e depósito de porra assim?
Meti a boca novamente no pau e comecei um vai e vem até perto da metade e voltava, fazendo o movimento cada vez mais rápido, punhetando. Parei um pouco, sem tirar o pau da boca, tomei fôlego. Com o tempo e prática, aprendi a relaxar os músculos da garganta e engolir o pau inteiro, fazer a famosa garganta profunda, seja ele que tamanho for. Era hora de fazer e deixá-lo doido de prazer. Relaxei e fui engolindo aquele pau todo, a cabeça passou e ainda entrou um bom pedaço pela minha goela, continuei até encostar os lábios naquela parte que comentei. Não ficou nenhum pedacinho pra fora da minha boca.
Sem tirar nenhum centímetro da boca, peguei as duas mãos dele e coloquei na minha cabeça, ele entendeu direitinho o que era pra fazer. Segurou fortemente pelos cabelos e começou a empurrar... tirava só 2 ou 3 centímetros e empurra tudo de volta com força até meus lábios encostarem no tórax dele. Acho que a sensação da cabeça passando pela minha garganta deu muito tesão pra ele porque gozou rápido. Senti que segurou ainda mais forte minha cabeça e pressionou o pau todo na minha boca como se quisesse enfiar o saco também. Até assustei porque começou a gritar como animal. Senti os jatos de porra direto na garganta. Muita porra, parte desceu pela garganta, parte voltou pra minha boca, vazava pelos cantos. Rapidamente, apertei bem os lábios em volta do pau pois, não queria que vazasse nada. Minha bochecha ficou estufada, parecia que ia estourar e ele continuava a pulsar e esguichar. Foi muita porra mesmo, minha boca não explodiu porque sentia que um bocado de porra descia garganta abaixo. Foram segundos que eu já estava afogando sem respiração, até que ele chegou no fim.
Durante um tempo, ainda ficou segurando minha cabeça com força, até me soltar de fato. Continuei apertando bem os lábios em volta e fui tirando devagar, sempre apertando os lábios pra não ficar nenhum resto de porra no pau dele. Quando chegou à metade parei e pude respirar melhor. Engoli o que estava na boca, era tanta porra que tive que engolir em duas etapas. Continuei a tirar devagar sempre apertando os lábios em torno para raspar todo resto de porra do pau pra dentro da minha boca. Quando saiu tudo, engoli novamente e apertei o pau dele com as mãos, ainda saiu uma boa quantidade que estava no canal. Lambi, fiz biquinho e chupei a pontinha passando e tentando enfiar a ponta da língua no buraquinho para engolir o resto, até a última gotinha. Fiquei um tempo ajoelhada na frente dele recompondo o fôlego, olhei pra cima e ele disse:
- Nossa, a doutora é uma puta mesmo, né? Nunca ninguém fez isso comigo.
- Sim, se deixar o pau desse jeito, sempre vou limpar para o Sr.
Dei um último beijo no pau, levantei, despedi e fui em direção ao carro. Quando estava saindo, me chamou, ele ainda erguendo as calças, disse:
- Quero comer a doutora!
- Hoje não dá, mas com certeza retornarei...
Ainda tinha que recolher amostras do solo de outro sítio. Antes de chegar, no meio da estrada, parei o carro e lavei o rosto com uma garrafinha de água que sempre carrego no carro, porque sentia que meu rosto estava com aquele cheiro forte. Por causa disso, estava atrasada e nem almocei, passei quase o dia todo só com aquela porra no estômago.
Bom, essa é uma das coisas que me deixam extremamente molhadas de tesão, sou viciada em pau sujo. Só em escrever, já estou com vontade de limpar outro pau igual, ensebado. Não sei se outras mulheres gostam, se tem também esse fetiche. Mas, essa "É MINHA TÉCNICA" de limpar um pau bem sujo com a boca, faço sempre desse jeitinho!

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